Ela: Eu sou filha de Iansã. Você sabe o que isso significa?
Ele: Não.
Ela: Que você tá fodido.
sobre mim, sobre outros, sobre fatos, sobre sentimentos, sobre a vida, sobre tudo, sobre todas as coisas, sobre n coisas.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Sobre o tamanho do mundo virtual
E tem todo aquele lance de que não é o mundo que é pequeno, mas a renda que é mal distribuída, o que eu não sei se concordo 100% porque outro dia me aconteceu uma...
Mas essa eu conto depois porque agora quero compartilhar minha atual surpresa com o tamanho do mundo virtual.
Ele é minúsculo!
Pensando no fim de semana, google despretensiosamente para ver o que estão dizendo sobre uma exposição que quero ver e que quero saber se é a mesma que já vi em outra cidade nas andanças da vida.
Primeiro site que aparece é um blog, o nome me parece algo familiar, lembro de ter ouvido, não como nome de blog, esta semana mesmo.
É, acho o blog de uns amigos de um amigo.
Ok, mundo pequeno.
Leio o blog quase todo que, by the way, é super bacana e acho um link para vários outros blogs, dou uma olhada geral, me interesso por um, entro pra conhecer (é, admito, eu ando mesmo viciada em blogs!) e neste novo blog, links para outros, olhada geral, tá lá o link de outro blog que eu ando acompanhando, da amiga de uma amiga.
É pequeno ou não é?
Mas essa eu conto depois porque agora quero compartilhar minha atual surpresa com o tamanho do mundo virtual.
Ele é minúsculo!
Pensando no fim de semana, google despretensiosamente para ver o que estão dizendo sobre uma exposição que quero ver e que quero saber se é a mesma que já vi em outra cidade nas andanças da vida.
Primeiro site que aparece é um blog, o nome me parece algo familiar, lembro de ter ouvido, não como nome de blog, esta semana mesmo.
É, acho o blog de uns amigos de um amigo.
Ok, mundo pequeno.
Leio o blog quase todo que, by the way, é super bacana e acho um link para vários outros blogs, dou uma olhada geral, me interesso por um, entro pra conhecer (é, admito, eu ando mesmo viciada em blogs!) e neste novo blog, links para outros, olhada geral, tá lá o link de outro blog que eu ando acompanhando, da amiga de uma amiga.
É pequeno ou não é?
Sobre o blefe
Ele: "Blá"
Ela: "Truco!"
Ele: "6"
Ela: "9"
Ele corre.
Ela vai fazer outra coisa, porque "assim não dá pra jogar mesmo, ele sempre blefa e sempre corre..."
Ele: "Quer jogar de novo?"
Ela não responde.
Ele: "Só mais uma vez?"
Ela ainda está pensando no que vai responder.
Ela: "Truco!"
Ele: "6"
Ela: "9"
Ele corre.
Ela vai fazer outra coisa, porque "assim não dá pra jogar mesmo, ele sempre blefa e sempre corre..."
Ele: "Quer jogar de novo?"
Ela não responde.
Ele: "Só mais uma vez?"
Ela ainda está pensando no que vai responder.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Sobre telefones e o destino
Hoje cedo, estava vindo para o trabalho e o orelhão daqui da esquina começou a tocar.
Não atendi, só dei um sorriso pensando “mais um!” e me lembrei que isso acontece comigo sempre, é só reparar.
E então que os orelhões tocam quando eu passo.
Orelhões e telefones de ponto de táxi. Eu não sei porque, só sei que eles tocam.
Já faz um tempo que isso acontece. E eu passo tempos sem reparar. Mas é só eu voltar a andar a pé com muita frequência, que o som dos telefones tocando volta a me chamar a atenção.
Parece loucura, né?
Eu sei que parece, mas eu juro que toca.
E eu já mostrei pra um monte de gente pra comprovar.
E teve uma época em que, cada vez que tocava, eu ligava pro Og pra ele testemunhar e atestar que o troço tava mesmo tocando e que eu não sou pirada.
E agora vou me lembrando os telefones que já tocaram e vejo que não tem nenhuma regularidade. Só das vezes em que liguei pro Og pra contar, me lembro de quando eu estava no carro num semáforo na Vergueiro, quando atravessava a Haddock pela Santos, quando estava parada perto de casa, quando estava descendo a Augusta, quando eu estava me despedindo numa esquina na Cidade Dutra (nesse dia eu dei um grito, admito).
Enfim, mil circunstâncias diferentes e o trim-trim constante.
E na época em que tudo tocava o tempo todo, quando eu contava essa história para alguém, sempre vinha a pergunta “e por que você não atende?”.
Atender??? De jeito nenhum!
Porque vai ser alguém querendo falar com o Denílson e eu vou ter que olhar para os lados e constatar que o Denílson não está ali, “sinto muito se ele marcou de falar com você neste orelhão a esta hora, mas acho mesmo que ele te deu o cano”.
Ou vai ser alguém perguntando se é da pizzaria e não é.
E vai que é alguém me ligando do além-túmulo para resolver negócios pendentes?!
Ou vai que é um cara munido de uma arma com mira a laser esperando um qualquer atender ao telefone para ele estourar seus miolos depois de fazer um joguinho sádico (vocês viram esse filme, né?).
Não, não, de jeito nenhum.
Pode tocar que eu não atendo mesmo!
Agora, aos que me acompanham por aqui, será que vocês podem reparar se esses telefones tocam mesmo o tempo todo ou se é só comigo?
Porque eu tô com a impressão de que ando tentando fugir do destino...
Não atendi, só dei um sorriso pensando “mais um!” e me lembrei que isso acontece comigo sempre, é só reparar.
E então que os orelhões tocam quando eu passo.
Orelhões e telefones de ponto de táxi. Eu não sei porque, só sei que eles tocam.
Já faz um tempo que isso acontece. E eu passo tempos sem reparar. Mas é só eu voltar a andar a pé com muita frequência, que o som dos telefones tocando volta a me chamar a atenção.
Parece loucura, né?
Eu sei que parece, mas eu juro que toca.
E eu já mostrei pra um monte de gente pra comprovar.
E teve uma época em que, cada vez que tocava, eu ligava pro Og pra ele testemunhar e atestar que o troço tava mesmo tocando e que eu não sou pirada.
E agora vou me lembrando os telefones que já tocaram e vejo que não tem nenhuma regularidade. Só das vezes em que liguei pro Og pra contar, me lembro de quando eu estava no carro num semáforo na Vergueiro, quando atravessava a Haddock pela Santos, quando estava parada perto de casa, quando estava descendo a Augusta, quando eu estava me despedindo numa esquina na Cidade Dutra (nesse dia eu dei um grito, admito).
Enfim, mil circunstâncias diferentes e o trim-trim constante.
E na época em que tudo tocava o tempo todo, quando eu contava essa história para alguém, sempre vinha a pergunta “e por que você não atende?”.
Atender??? De jeito nenhum!
Porque vai ser alguém querendo falar com o Denílson e eu vou ter que olhar para os lados e constatar que o Denílson não está ali, “sinto muito se ele marcou de falar com você neste orelhão a esta hora, mas acho mesmo que ele te deu o cano”.
Ou vai ser alguém perguntando se é da pizzaria e não é.
E vai que é alguém me ligando do além-túmulo para resolver negócios pendentes?!
Ou vai que é um cara munido de uma arma com mira a laser esperando um qualquer atender ao telefone para ele estourar seus miolos depois de fazer um joguinho sádico (vocês viram esse filme, né?).
Não, não, de jeito nenhum.
Pode tocar que eu não atendo mesmo!
Agora, aos que me acompanham por aqui, será que vocês podem reparar se esses telefones tocam mesmo o tempo todo ou se é só comigo?
Porque eu tô com a impressão de que ando tentando fugir do destino...
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Sobre Woody Allen
Tinha dúvidas sobre ser escritor ou psicanalista, virei escritor e paciente.
[alguém lembra de qual filme é essa?]
[alguém lembra de qual filme é essa?]
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Sobre a oração de antes de dormir
(...) A internet nossa de cada dia nos dai hoje. (...)
Plííííííííís?
Amém.
Plííííííííís?
Amém.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
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